terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Review: The J Spot (Jackie D.)

The J Spot (Jackie D.)
(2017, Infected Records)
(5.3/6)

A verdade é que o início super-agressivo, cru e áspero de Reach You, num registo próximo do hardcore, para o novo álbum dos Jackie D., não permite imaginar o que virá depois nos restantes nove temas de The J Spot. Desde logo porque os Jackie D. são com conjunto de instrumentistas que são autênticos malabaristas nos seus instrumentos e que criam/executam composições arrojadas, complexas e perfeitamente avant-garde dentro do género. O este género é algo entre o metal, o punk e o hardcore com uma incrível originalidade e criatividade. Será que lhe podemos chamar qualquer coisa como prog-punk-hardcore? Se não, pelo menos andará lá por perto. A guitarra deambula frenética e estonteante, o baixo tem um trabalho verdadeiramente sensacional e é a verdadeira alma dos Jackie D., a bateria é assombrosa, rápida, precisa e arrebatadora (ora ouçam o seu trabalho, por exemplo em My Fantasy). Tudo junto para criar um conjunto de temas de grande intensidade e levando ao limite os sentidos da exuberância técnica. E curiosamente, os temas mais fortes até nem são os que foram lançados para vídeo. Pelo menos na nossa opinião, Release My Soul, My Fantasy, Addicted e Explode são os momentos maiores de um disco que situa os lisboetas como um dos expoentes máximos dentro do seu género.

Tracklist:
1.      Reach You
2.      Release My Soul
3.      Yeah Yeah
4.      Suck You
5.      Explode
6.      My Fantasy
7.      Addicted
8.      Feel
9.      Can’t Stop
10.  Lost

Line-up:
Rui Fac – vocais
David Bt – guitarras
Zé Miguel – baixo
Diogo Costa – bateria

Internet:
Facebook   

Edição: Infected Records     

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Entrevista: União das Tribos

António Côrte-Real é um homem do rock que compõe muito. Mas muito do que escreve não tem lugar no seu grupo, os UHF, daí a necessidade de se expandir criativamente. E fá-lo com a União das Tribos que regressa com Amanhã, um disco de rock com uma costela acústica acentuada, onde estreia um novo vocalista e junta um notável naipe de convidados. Foi o próprio António Côrte-Real que nos explicou o que há de novo nesta tribo.

Olá António, tudo bem? Regresso aos discos com Amanhã. Qual é o sentimento geral com este novo lançamento?
Olá, connosco está tudo ok, obrigado. O lançamento do disco correu muito bem, tivemos uma noite de sonho em Almada dia 11 passado com a presença do Tim, Anjos e António Manuel Ribeiro e o disco entrou diretamente para 9º lugar do Top Nacional. Tudo isto nos motiva e dá força. O sentimento que paira sobre nós é de acreditar, acreditar que é possível viver o sonho.

Mas, se me permitem ir um pouco mais atrás, o que vos motivou a criar este projeto?
O projeto parte de mim, que componho muito e muito daquilo que componho não tem espaço dentro do som dos UHF. Assim fica a necessidade de juntar gente à volta das canções para as tocar e cantar. O processo natural que se segue é querer tocar ao vivo, gravar, etc. Depois tudo vai acontecendo de uma forma natural.

De que forma as bandas de onde vocês têm origem influenciaram o vosso percurso enquanto União das Tribos?
Naturalmente que as nossas bandas de origem influenciam o nosso som. São muitos anos na estrada e em estúdios a tocar aquilo que queremos e gostamos. Depois, sabes que o rock não é uma moda, é um modo de vida e é algo que está dentro de nós.

Uma das grandes novidades é a estreia de um novo vocalista. Como foi a sua adaptação aos temas e à banda?
Muito fácil. Tudo aconteceu rapidamente. Fizemos primeiro alguns ensaio acústicos para percebermos se teríamos de mudar os tons às canções, mas não foi necessário. Houve uma adaptação natural, pois o Mauro tem a sua identidade própria e vinca-a bem no seu modo de cantar. E é isso que nós queremos, queremos o contributo de todos. As coisas podem ter origem num guitarrista e numa guitarra numa sala em Almada, mas o que enriquece, dá corpo e expressão à canção é o contributo de todos.

O Mauro já teve oportunidade de colaborar na criação deste conjunto de temas?
Sim. A canção O Tempo é Agora. Um rock a meio tempo, com uma grande toada blues e uma letra sensual e sexy. Termina com um extenso solo de guitarra improvisado em estúdio, daqueles que já ninguém grava. Não está na moda. Nós gravámos.

Um dos aspetos que mais salta à vista é a lista de gente ilustre que participa neste disco. É uma honra para a Tribo poder contar com estes elementos?
É a maior honra. À partida parecia-nos impossível conseguir juntar esta gente toda. Mas como me ensinaram, quando era pequenino, que não há impossíveis, fomos à procura. Ficámos felizes, porque conforme íamos "batendo às portas" as pessoas iam dizendo que sim. Juntar no mesmo disco os vocalistas dos UHF, Xutos e Delfins e ainda o Carlão, os Anjos e a Mafalda Arnauth vai ficar para sempre na nossa história.

Foi fácil conseguir juntar todos esses nomes?
Como disse na pergunta anterior, parecia impossível à partida. A luta aqui passava por contactar as pessoas e fazer a pergunta. Portanto, foi o que fizemos e a resposta está neste disco de que tanto nos orgulhamos.

E é curioso vermos o Miguel Ângelo ou o António Manuel Ribeiro a cantarem versões de temas que os consagraram… Como reagiram eles?
O Miguel Ângelo achou muita piada ao beat e às guitarras da versão. Ficou um bocado reticente à primeira, porque a sonoridade é diferente da dele, mas depois, mais tarde disse que sim e fizemos uma sessão brilhante de estúdio em que ele gravou tudo perfeito à primeira. O António Manuel Ribeiro também. Quando chegou a estúdio disse que a nossa forma de tocar parecia Metallica e gravou também ao primeiro take. Só Eu Sei Porquê é um "lado B" dos UHF. É uma daquelas canções que só mesmo os fãs conhecem mas que tem uma mensagem sentida e critica sobre o que é ser artista em Portugal.

O disco acaba por ser suficientemente diversificado, mas salta à vista o recurso às guitarras acústicas como contraponto com os riffs rock. Sentem-se melhor em qual dos campos?
Nos dois. A maioria das canções da União são compostas a guitarra acústica e depois levadas para o elétrico. Neste disco optámos por mostrar os dois lados da banda. Metade mais pesado e a outra metade mais acústica.

Por outro lado, o final é feito com uma mood completamente diferente. De onde veio a inspiração para Bluesy?
A base foi composta exatamente como as outras, numa sala em Almada com uma guitarra acústica no silêncio da madrugada. Em estúdio gravei um take de guitarra e depois fomos chamando os músicos um a um e todos gravaram de improviso. Deu o que se pode ouvir no cd. É uma música completamente pura e despida de qualquer produção. É pura.

Mas já tem tornado um hábito, uma vez que o vosso primeiro disco também fechava assim…
É verdade. E o EP que lançámos em 2015 também. Mas desta vez improvisámos e isso dá uma energia diferente à música.

Também recuperam alguns temas do EP anterior. Sofreram algumas alterações/adaptações?
Nos primeiros ensaios com o Mauro percebemos que Viver Assim até funciona melhor em acústico do que em elétrico. Depois, quando o Tó Zé apareceu com a harmónica, decidimos os três que tínhamos de a gravar para o disco. És Como És, que já tinha sido gravada numa versão mais blues no primeiro disco, conta neste novo trabalho com a voz dos Anjos. Resolvemos regravar a canção numa onda mais pop, recorrendo a guitarras acústicas e a uma secção de cordas dirigida pelo Jorge Moniz e com um arranjo brilhante escrito pelo Maestro Cristiano Silva.

Como estamos em termos de agenda no que diz respeito a apresentações ao vivo?
Já de seguida vamos passar pelas lojas Fnac, começando em Almada no dia 3 de março e depois vamos até Cascais, Colombo, Alfragide, Algarve e Vasco da Gama. Vamos fazer pequenos Showcases tocando exclusivamente o novo álbum. Em março temos mais um grande concerto com convidados, dia 28, no Fórum Luisa Todi em Setúbal. Neste espetáculo teremos connosco a Mafalda Arnauth, António Manuel Ribeiro e o Miguel Ângelo.

Obrigado António! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado pelo espaço de divulgação. Continuem a fazer o que fazem pois é muito importante para a música e para os músicos Portugueses.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Flash-Review: Desolate Angels (Soundscapism Inc.)

Álbum: Desolate Angels
Artista:  Soundscapism Inc.   
Editora: Ethereal Sound Works    
Ano: 2017
Origem: Portugal
Género: Ambient, Experimental, Acoustic, Art Rock
Classificação: 4.2/6
Breve descrição: Segundo disco para os Soundscapism Inc., projeto delineado por Bruno A., há uns anos a viver em Berlim, a desenvolver a sua sonoridade atmosférica feita de sons essencialmente acústicos que criam paisagens intimistas e introspetivas. E até mesmo desoladoras e frias, ou não fosse o conceito deste disco baseado na selvagem imensidão da Islândia.
Highlights: Supernovas At Fever Pitch, Desolate Angels, February North, Low-Fi Man High-Tech World, The Mourning After Pt. II
Para fãs de: Anathema, Katatonia, Steve Wilson, Sigur Ros

Tracklist:
1.      Evening Lights
2.      Supernovas At Fever Pitch
3.      The Mourning After Pt.II
4.      Zwischenspiel I
5.      Desolate Angels
6.      Man In The Glass
7.      Zwischenspiel II
8.      February North
9.      Quintessence
10.  Low-Fi Man, Hi-Tech World
11.  Desolate Angels (reprise)
12.  Sleep Arrives Under Your Wings

Line-up:
Bruno A. – vocais, guitarras elétricas e acústicas, baixo, teclados, programações e samples
Flávio Silva – vocais em #1, #2 e #8

Flash-Review: Life On Standby (My Own Ghost)

Álbum: Life On Standby
Artista:  My Own Ghost   
Editora: Secret Entertainment   
Ano: 2017
Origem: Luxemburgo
Género: Female Fronted Metal, Gothic Metal, Melodic Metal
Classificação: 5.2/6
Breve descrição: Segundo disco para este coletivo que volta a mostrar as suas habilidades numa linha onde as melodias vocais femininas assentam numa base rock/metal. Bem feito, embora aqui nada seja inventado. Quem gosta do estilo sabe com o que conta. Quem não gosta, também não será com Life On Standby que será conquistado.
Highlights: Everytime I Break, Don’t Say You Love Me, No Air, When Love Is Not Enough, Hope
Para fãs de: Elysion, Evanescence, Within Temptation, Nightwish

Tracklist:
1.        Life On Standbye
2.        Everytime I Break
3.        Alive
4.        10 Weeks Of Summer
5.        If I Stay
6.        Don’t Say You Love me
7.        No Air
8.        The Night Before I Die
9.        When Love Is Not Enough
10.    Hope

Line-up:
Julie Rodesch – vocais
Fred Brever – guitarras
David Soppelsa – guitarras
Joe May – baixo
Michael Stein – bateria

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Flash-Review: Rockeando El Pavimento (Lujuria)

Álbum: Rockeando El Pavimento
Artista:  Lujuria                   
Editora: Cleopatra Records   
Ano: 2017
Origem: Argentina
Género: Punk Rock, Grunge, Stoner Rock
Classificação: 4.6/6
Breve descrição: Com um conjunto de temas que já havia pertencido ao álbum anterior, Tokikiller, os Lujuria adicionam alguns outros e aí está um disco que provavelmente lhes dará mais visibilidade, pelo menos na parte norte do continente americano. Rockeando El Pavimento carateriza-se por apresentar temas curtos, com muita atitude, muito barulho, muita energia, muita disponibilidade, muita rebeldia, mas pouca consistência e pouco conteúdo – estas últimas surgem a espaços nos temas mais longos.
Highlights: Autopista, Feel So High, Down, Ira, Ritual, Viernes Oscuro
Para fãs de: Nirvana, Queens Of The Stone Age, Eagles Of Death Metal, Red Hot Chilli Peppers

Tracklist:
1.      Autopista
2.      Feel So High
3.      Bar Whisky Bar
4.      Cabaret 11AM
5.      Caceria
6.      24
7.      Down
8.      Dr. Bruto
9.      Desertor
10.  Intravenus
11.  Ira
12.  Ritual
13.  Viernes Oscuro
14.  Voltios

Line-up:
Dohko – vocais e guitarras
Franco Gravante – baixo
Charles Monroe - bateria

Notícias da semana


Os Vain estão de regresso com um novo álbum, Rolling With The Punches, sucessor do altamente aclamado álbum de 2011, Enough Rope. Rolling With The Punches tem lançamento agendado para 17 de março via Pledge Music. As pré-vendas podem ser feitas aqui.



The Start é o novo single do projeto Urban Tales. Após o regresso no ano passado, com o bem recebido The Name of Love, a banda volta ainda mais diferente, marcando decisivamente uma mudança no seu som. The Start é rock/pop-Hip Hop, conta com a participação do rapper canadiano Loren Dayle e com a vocalista residente do projeto, Ana Sofia. Apesar de diferente do som que caraterizou os Urban Tales, no novo single existe a mesma melancolia que os consagrou como uma das mais importantes bandas de rock de Portugal. A composição e produção esteve a cargo de Marcos César. 


Pierre van der Linden, baterista dos lendários prog rockers Focus tem o seu primeiro álbum a solo a circular. Intitulado Drum Poetry é dedicado aos fãs e estudantes da sua variedade de estilos e técnicas. O baterista pode ser ouvido em inúmeras bandas de rock, jazz e de improvisação, mas é a primeira vez que o ouvimos e estudamos a solo ou acompanhado por alguns instrumentos inesperados, também eles executados por Pierre van der Linden.


O grupo finlandês de hard rock Serpico acaba de lançar o seu novo single e vídeo intitulado Ain't Better To Leave pela Inverse Records. Este vídeo remete-nos para os tempos em os vídeos eram visualizados em VHS gravados por algum familiar que tinha TV por cabo e foi inspirado na anterior visita dos Serpico ao Reino Unido.



Quase a completar-se o primeiro aniversário do lançamento de The Wizard Spell, os Cheers Leaders presenteiam os seus fãs com dois temas novos: Everlasting Vampire Love e Drifting Desert Haze. Ambos os temas fazem parte da demo 2017 da banda do Vimeiro composta por Nelson Fontes (vocais) Tiago Marques (guitarras) Mike Ferreira (bateria) e Gilberto Ferreira (baixo).


Ter e Não Ter é o tema que dá mote ao novo vídeo dos Xerife. Gravado num só take, ao estilo do manequin challenge, mas numa tarefa ainda mais difícil, uma vez que as personagens acompanham sempre o percurso da história. Ter e Não Ter fala-nos da forma como muitas vezes encaramos a vida, deixando-a passar sem nada fazermos contra esta inércia. Uma dança de antagonias e ironias, que nos prende numa teia difícil de romper.


Os italianos Scala Mercalli lançaram um vídeo do making of de September 18, 1860. Este vídeo é dedicado à batalha de Castelfidardo, onde o exército do reino da Sardenha derrotou o exército do Pontificado. O vídeo foi filmado nos precisos locais onde teve lugar essa batalha. Este tema faz parte do álbum New Rebirth lançado já em 2015 via Art Gates Records.


A banda Persona 77, oriunda do Montijo, lançou, no dia 15 de fevereiro de 2017, o seu novo single, A Solução, juntamente com o respetivo Lyric Video. O single começou a ser gravado no fim de outubro nos Madalena Studios, em Azeitão, ficando concluído já em janeiro, marcando assim o novo passo da banda, após a vitória no Concurso Nacional de Bandas de Garagem da Festa do Avante 2014 e o lançamento do EP Monomania, de 2015. Jovens e criativos, os Persona 77 são uma banda de rock alternativo, que procura inovar o panorama musical português, experimentando com letras profundas e os mais diversos estilos musicais. As influências de Radiohead, Arctic Monkeys, The Strokes, Queens of the Stone Age, The Doors e mesmo Metallica são audíveis, cimentando, assim, a sua identidade musical eclética. A Solução surge como o passo seguinte na evolução da banda, com um som mais maduro e trabalhado.


Está disponível desde o dia 20 de fevereiro, o novo videoclip Social Insecurity para os Terrakota É o terceiro videoclip do novo álbum Oxalá, filmado na praia do Meco e na praia de Galapos (Sesimbra ). Criado a partir de constantes linhas de guitarra e coros afro, o tema é um Afrobeat poderoso executado com um feeling rock 70s.


Good Boys é o álbum debutante de Stone Dead, quadrilha de Alcobaça versada em rock e a nova adição à equipa Lovers & Lollypops. O disco sai para a rua a 13 de março e a música de avanço Moonchild já está disponível para audição. Namorando o conceptual, e ao longo de dez faixas, o quarteto de Alcobaça percorre o rock ’n roll de lés a lés nas botas de Tony Blue, personagem que vive nas músicas de Good Boys, que variam do psicadélico até guitarradas mais robustas sem que nunca se abdique do riff e das linhas de baixo gingonas como principais motores da narrativa.


Os Them Vibes estão de regresso à Europa e consigo trazem o novo álbum Electric Fever que mantém as referências a Rolling Stones, The Faces, The Band, The Beatles, Bob Dylan, Led Zeppelin ou Tom Petty. Este novo disco é, pois, uma mescla de sons que ultrapassam a verdadeira definição de rock ‘n’ roll. Electric Fever sai em finais da primavera.


Tendo passado pelas Super FM e 105.4, e um mês após entrevista dada à RTP2, os Onica lançam agora o single Not Looking Back nas plataformas digitais, com videoclip no YouTube. É um tema produzido por Wilson Silva dos More Than a Thousand - da co-autoria de João Bettencourt Pedroso e André Pires -, tal como aconteceu com o álbum Same Old Stories, lançado há 2 anos e que conta com mais de 250.000 streams, tendo o tema Stay Strong chegado ao TOP VIRAL 50 do Spotify. Tendo dado o primeiro concerto em 2011 com apenas 15 anos de idade, no então Rock N´Shots, e tendo sido em 2013, a banda mais nova a ser convidada para tocar na Festa do Avante, contam com mais de 30 concertos, entre os quais se destacam os dados no NOS Alive 2015, no Lounge D do Casino do Estoril e o de banda de abertura dos suecos Spiders.


Signs Of Freedom é o título do próximo trabalho dos Waterland a sair a 18 de março. Miguel Gomes (guitarras) surge acompanhado de Patrícia Loureiro (vocais), António Silva (teclados), Ivan Batista (baixo) e Tiago Moreira (bateria), com mais um conjunto de 14 temas que prometem abalar o power/symphonic metal nacional. Via Nocturna já ouviu Can We Go Home, Timeline e Turn On The Lights So We Can Dance, três dos temas presents em Signs Of Freedom e pode confirmer isso mesmo. Signs Of Freedom é o quarto álbum do coletivo nacional depois de Our Nation (2015), Virtual Time (2010) e Waterland (2008).


Depois do lançamento do quarto álbum Awakening a 25 de outubro via Steel Gallery Records e a 27 de outubro via Spiritual Beast, no Japão, os Wardrum juntaram-se à Rockshots Music para o agendamento dos próximos espetáculos que servirão de suporte ao seu melhor disco até à data.



Com produção artística de David Fonseca e um elenco muito especial, BOWIE 70 celebra um nome maior da história da música: David Bowie. Starman, cantado por Aurea, é o primeiro avanço deste disco muito especial, disponível em todas as lojas desde o dia 17 de fevereiro. O disco conta com um elenco de luxo: Afonso Rodrigues (Sean Riley), Ana Moura, Aurea, António Zambujo, Camané, Catarina Salinas (Best Youth), Márcia, Marta Ren, Manuela Azevedo, Rita Redshoes, Rui Reininho e o próprio David Fonseca, emprestam a sua voz a alguns dos temas mais emblemáticos de David Bowie. Chama-se BOWIE 70, e chega precisamente no ano em que Bowie completaria 70 anos. A coordenação artística e ainda a interpretação de todos os instrumentos musicais tem a assinatura de David Fonseca. BOWIE 70 é uma edição SONY Music Portugal/Universal Music Portugal, com distribuição a cargo da Sony Music Portugal.